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quarta-feira, 11 de março de 2015

Você viu? #127

A partir desta semana, o Você Viu passa a ser postado sempre nas quarta-feiras, e não mais nas terças como já era habitual. O motivo é mais operacional, visando facilitar a produção desta coluna por este blogueiro que vos tecla.

Havana Connection #3


Gente: Os trabalhadores diante da Operação Lava Jato
Carta Capital, 11 de março

Carta Capital, 10 de março

Jornalismo B, 9 de março

Estratégia & Análise, 7 de março

ProjacA mucama de Angélica
Diário do Centro do Mundo, 9 de março

Revista Fórum, 10 de março

Agência Pública, 3 de março




terça-feira, 3 de março de 2015

Você Viu? #126

Diário do Centro do Mundo


Ponte
Vista aérea de Brasiléia no ápice da cheia. Foto: Secom/AC

Drogas: Por que louvamos o álcool e punimos a maconha?
Blog do Sakamoto, 3 de março

Escuridão: Parque da Redenção perde o encanto quando o sol se põe
Sul 21, 3 de março

HSBC: Receita Federal investiga brasileiros suspeitos
Carta Capital, 3 de março

Guido Mantega: A boçalidade do mal
Eliane Brum, 2 de março

Mujica: 10 frases marcantes do ex-presidente do Uruguai
BBC Brasil, 1° de março

Água: Presidente da CPI da Sabesp fala ao DCM
Diário do Centro do Mundo, 1° de março

Crise: Líder socialista espanhol busca em Lula uma inspiração contra a crise
El País, 28 de fevereiro

Porto Alegre: COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA INDICA QUE AGRESSORES DA OCUPAÇÃO MAIS BELA VISTA PODEM SER DO 4º BOE
Jornalismo B, 27 de fevereiro

Amazônia: Grilagem e desmatamento contam a história do Jari
Agência Pública, 26 de fevereiro

Violência: Brasil aparece em 2º lugar em lista dos destinos mais inseguros para mulheres viajarem sozinhas no mundo
Brasil Post, 24 de fevereiro

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Você Viu? #123

Como já é habitual, todas as terças-feiras aqui no PoA Geral proponho uma espécie de curadoria de conteúdo. Na sequência, portanto, você vai poder conferir links de vídeos, artigos, reportagens e entrevistas, colhidos ao longo da última semana.

Socialista Morena, 27 de janeiro
Capa da Veja em 16 de junho de 2004
Trabalho Escravo: Manifestações e protestos marcam semana de combate ao trabalho escravo
Rede Brasil Atual, 27 de janeiro

Sul 21, 27 de janeiro

Choque: Reality show envia blogueiros de moda para fábrica têxtil no Camboja
Catraca Livre, 26 de janeiro

Jornalismo B, 26 de janeiro

Blog do Sakamoto, 26 de janeiro

Estado Islâmico: entrevista com Bruno Lima Rocha, professor do curso de Relações Internacionais da Unisinos

BBC Brasil, 26 de janeiro

Opera Mundi, 26 de janeiro

Carta Maior, 24 de janeiro

DW, 23 de janeiro

DCM, 22 de janeiro

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Água e água, 1 a 1

Futebol de menos, afogado no gramado do Olímpico Monumental. Grêmio e Vasco fizeram o possível, era o que dava para fazer sob tanta chuva. Muita chuva. O jogo começou em condições complicadas, aos dez minutos do segundo tempo estava impraticável. No segundo tempo, a prática do futebol ficou completamente comprometida.

Em condições normais, o gol que o Victor tomou logo no início da partida poderia ser considerado uma falha. Mas não, é compreensível que em pleno dilúvio em Porto Alegre, se tome um gol desses, gol de Nunes, de cabeça, com a bola desviando antes de tomar o rumo do gol, logo aos seis minutos. Em condições normais, e de crise estabelecida no Olímpico, esse empate contra o Vasco derrubaria Silas. Mas não são condições normais, e Victor não falhou (bisonhamente), o Grêmio não ganhou e o Silas não caiu.

Sorte que o Grêmio chegou rápido ao empate, em boa jogada, com velocidade e troca de passes. Algo praticamente impossível nesse jogo. Sorte, e golaço de Jonas. O restante do jogo foi balão prum lado, balão pra outro e alguns lançamentos, principalmente para o bom atacante Jonathan, que jogou aberto na esquerda, entrando em diagonal, aproveitando a má jornada do improvisado Fernando na lateral. Por aí o Vasco levou perigo.

Muito mais que isso não teve. O que teve, nem Heber Roberto Lopes nem o bandeirinha viram: a meia-mão e o meio-peito que impediram o gol de Borges, aos 46 do segundo tempo. Poderia ter sido pênalti, e o Grêmio poderia ter convertido, feito o gol e virado o jogo. Mas também poderia ter errado, com a boa parando entre o gol e a marca do pênalti - coisas do futebol sobre a água.

Certo mesmo é que o jogo não precisava ter saído e que com esse empate de 1 a 1, Grêmio e Vasco não deixam a zona do rebaixamento, por enquanto.