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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Filme de Segunda 157

Magia ao Luar


É louvável que com 78 anos de idade, Woody Allen siga fazendo basicamente um filme por ano. O mais recente da safra, Magia ao Luar, é uma comédia romântica despretensiosa, quase sem ambição, porém com a acidez peculiar do diretor, que desta vez usa Colin Firth como seu porta-voz.

Magia ao Luar volta aos anos 20 para contar a história do consagrado mágico Stanley Crawford (Firth), um ilusionista habilidoso. Cínico e nada carismático, uma de suas especialidades é desmascarar charlatões que se dizem clarividentes. A opção por um filme de época é inteligente, pois se trata de um tempo em que os céticos, como Stanley, eram poucos, e as pessoas eram enganadas com mais facilidade.

A trama se passa no sul da França, quando o ilusionista é chamado para tentar provar que a jovem e linda sensitiva Sophie (Emma Stone) está prestes a dar um golpe milionário na família de Brice, um perfeito pateta que apaixonou-se pela moça e agora vive a fazer-lhe serenatas.

As habilidades de Sophie surpreendem o ardiloso Stanley, que em determinado momento acaba revendo alguns de seus conceitos, e se tornando um ser humano mais humano, digamos assim. Woody Allen, como em tantas outras vezes, aborda de forma deliciosa a imensa influência que uma mulher pode exercer sobre um homem apaixonado. 


O que talvez não funcione muito seja a química dos dois protagonistas, algo que pode ter sido até proposital por parte do diretor, visto a personalidade difícil do personagem de Colin Firth. Em compensação, a Côte d'Azur, parte do litoral sul da França no Mar Mediterrâneo, é fotografada com uma felicidade fora do normal por parte do diretor de fotografia Darius Khondji. Todos os quadros são invariavelmente bonitos, valorizando a paisagem, as cores e a presença constante do sol. É um dos pontos altos de Magia ao Luar.

Evidente que é improvável que Allen produza uma obra-prima a cada ano, até porque na última década filmou alguns de seus melhores trabalhos na carreira. Esse novo longa não se trata de um deles, mas não deixa de ter o seu valor. Woody Allen sempre merece ser assistido.

Gênero: Comédia dramática
Duração: 98 min.
Origem:Estados Unidos
Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen
Distribuidora: Imagem Filmes
Censura: 12 anos
Ano: 2014
 
Classificação PoA Geral 
- Obra
- Baita Filme
X Bom Filme
- Bem Bacana
- Meia-boca
- Ruim
- Péssimo
 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Filme de Segunda 131

Blue Jasmine


Ninguém precisa ser médium, colocar cartas, jogar tarô ou ter bola de cristal. Todo ano começa e uma coisa se tem certeza: Woody Allen vai lançar um novo filme. Ontem, o diretor completou 78 anos de idade, possivelmente sendo o cineasta mais bem sucedido em uma relação proporcional ao número de filmes lançados, a qualidade desses trabalhos e o sucesso de crítica e público. O diretor novaiorquino é um gênio da raça, uma exceção à regra. É o sujeito que me garante pelo menos uma ida ao cinema por ano.

No excelente Blue Jasmine, o diretor finalmente aborda a crise financeira nos EUA, a quebra dos bancos e dos especuladores financeiros. Apesar de se tratar de um drama bem atual e com um apelo psicológico bem acentuado, Allen não deixa de lado seus requintes de humor e sarcasmo. É bem verdade que um humor bem menos explorado que os anteriores Meia Noite em Paris (2011) e Para Roma com Amor (2012).

Jasmine, vivida por Cate Blanchett, foi casada com Hal (Alec Baldwin) e passou muito tempo desfrutando da fortuna e do luxo de Nova Iorque. Seu marido, um investidor sonegador de impostos, acabou caindo e sendo pego pelo governo. Como estava tudo no nome de Jasmine, ele foi preso e ela ficou completamente sem dinheiro, tendo como abrigo apenas o apartamento simples de sua irmã, no subúrbio de San Francisco.

Em Blue Jasmine, o diretor entrega o roteiro embalado e endereçado a Cate Blanchett. E a experiente atriz corresponde, com a competência que lhe é sabida. Ela é a musa neurótica de Woody Allen, aquele tipo de personagem que geralmente é o fio condutor das tramas do premiado cineasta. Aliás, é bem provável que ele seja lembrado novamente nas próximas premiações, pelo menos com indicações. Blanchett, sem dúvida, já desponta como nome forte ao Oscar de melhor atriz.

Usando o recurso de muitos flashbacks, o filme vai montando a personalidade da protagonista e apresentando todas as variáveis que resultam na personagem completamente perturbada e desorientada que precisa morar de favor com a irmã. Jasmine precisa finalmente viver às suas custas, trabalhar, se tornar independente, algo completamente avesso àquilo que sempre teve. Em Blue Jasmine, Woddy Allen é atual, carrega a mão no drama pessoal, adoça com um pouco de bom humor e afirma ao mundo do cinema que segue em grande forma. 

Gênero: Drama, Comédia
Duração: 98 min.
Origem: EUA
Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen
Distribuidora: Imagem Filmes
Censura: 12 anos
Ano: 2013
Classificação PoA Geral 
- Obra
X Baita Filme
- Bom Filme
- Bem Bacana
- Meia-boca
- Ruim
- Péssimo

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Filme de Segunda 122

Paris - Manhattan


Sophie Lellouche é uma jovem cineasta francesa que, em seu longa de estreia, resolve homenagear seu grande ídolo no cinema. Porém, o resultado não alcança o nível que o ídolo em questão mereceria e o filme acaba frustrando muito gente. Esta não é a sinopse de Paris - Manhattan, é a verdadeira história por trás da construção do filme. O argumento do longa que presta homenagem a Woody Allen é outro, inclusive é bem interessante. Tinha tudo pra dar certo, mas definitivamente não deu.

Alice é uma farmacêutica completamente viciada nos filmes de Woddy Allen. De família judia e superprotetora, ela é uma solteirona que ora parece convicta, ora parece arrependida de não dar seguimento a nenhum relacionamento. Essa é uma condição que preocupa sua família. Seu pai, sua mãe, irmã e cunhado, agem como cupidos a todo momento.

Em Paris - Manhattan, a protagonista conversa com um poster de Woody Allen que fica em seu quarto. O próprio diretor, que faz participação especial, responde e conversa com Alice, proporcionando alguns dos poucos momentos realmente interessantes do filme. Sophie Lellouche consegue tirar alguns sorrisos de canto de boca, baseando muito de sua trama no estilo de Allen. Contudo, a comparação é quase constrangedora.

Quando Alice passa a ser amiga de Victor, e o personagem que é um inteligente instalador de alarmes tenta conquista-lá, o longa tenta recriar situações de relacionamentos muito recorrentes nos filmes do diretor novaiorquino. As referências e o tributo são muito evidentes, e acabam amarrando a estreante cineasta.

Ironicamente, quem salva Paris - Manhattan é justamente seu muso inspirador. A sequência final, com o inusitado encontro entre Woody Allen e Victor é muito divertido. Agrega valor à obra de Lellouche e tira do pedestal um dos maiores nomes da história do cinema. É muito legal ver o mito entendendo a homenagem e se colocando à disposição. Mesmo que, infelizmente, o resultado final não seja dos melhores.

Gênero: Comédia Romântica
Duração: 77 min.
Origem: França
Direção: Sophie Lellouche
Roteiro: Sophie Lellouche
Distribuidora: Vinny Filmes
Censura: 14 anos
Ano: 2013
Classificação PoA Geral 
- Obra
- Baita Filme
- Bom Filme
X Bem Bacana
- Meia-boca
- Ruim
- Péssimo

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Filme de Segunda 74

Para Roma, com Amor

A turnê européia de Woody Allen é um achado para o cinema. O cineasta nova-iorquino tem nos brindado com filmes deliciosos, situados em cidades maravilhosas. É assim, mais uma vez, com Para Roma, com Amor. A cidades italiana é palco para três histórias paralelas, que acontecem ao mesmo tempo, na mesma cidade, mas tomam rumos totalmente independentes.

O nomes talvez seja autoexplicativo. Allen faz de seu filme uma grande propaganda turística de Roma. Como muito fez de NY, como fez de Barcelona, como fez de Paris. A cidade vira um personagem vivo no roteiro de Woody Allen. As ruas, a boemia, a arquitetura, o trânsito, as características do povo, tudo que envolve a aura de uma cidade influencia na vida dos protagonistas - que, em sua maioria, não são de Roma.

Se fosse "Para Woody Allen, com Amor", não seria um exagero. Dá pra dizer que estamos diante de um grande besteirol com grife. O que parece pejorativo quando se trata de Woody Allen, mas minha intenção não é ser pejorativo. O novo filme de Allen é absolutamente descompromissado, de uma leveza que só quem não precisa provar mais nada conseguiria fazer.

Para Roma, com Amor é um grande pretexto para o cineasta encaixar uma série de piadas muito boas. O filme não chega a decolar, as histórias não empolgam muito e a certa altura o andamento fica um tanto chato, porém, quando menos se espera, entra uma cena hilária e o público cai na gargalhada.
O elenco é espetacular. Conta com nomes como Ellen Page, Jesse Eisenberg, Penélope Cruz, Alec Baldwin e Roberto Benigni. Todos muito corretos, mas ninguém se destaca tanto quanto o próprio Woody Allen, que volta a atuar depois de seis anos. Allen rouba a cena, faz papel dele mesmo e é responsável por algumas das melhores cenas.

É mais um daqueles filmes de sair do cinema e correr pra fazer as malas e viajar. Ah, se a vida fosse um filme de Woody Allen...

Gênero: Comédia 
Duração: 107 min.
Origem: Estados Unidos, Espanha Itália
Direção: Woody Allen
Roteiro: Woody Allen
Distribuidora: Paris Filmes
Censura: 12 anos
Ano: 2012

Classificação PoA Geral 
- Obra
- Baita Filme
X Bom Filme
- Bem Bacana
- Legal
- Meia-boca
- Ruim
- Péssimo

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Filme de segunda

Melinda e Melinda
Vou puxar essa do fundo do baú. Mas nem tão fundo. Admito que me faltou oportunidade de assistir coisa nova  essa semana, por isso volto em 2004, num dos meus cineastas preferidos, Woody Allen. Um cara que lança praticamente um filme por ano e trabalha muito bem com drama e comédia.
Justamente por fazer tantos filmes, Woody não consegue fazer uma obra-prima a cada ano, mas sempre mantém uma média bem alta de qualidade. Melinda e Melinda não está no hall de obras-primas do diretor, entretanto, além de ser um filme leve e simpático, é marcante pela opção em separar o drama e a comédia em duas histórias. Uma mulher chamada Melinda é a protagonista das duas histórias.
Tudo começa na discussão de quatro amigos escritores na mesa de um bar. Dois deles discutem as diferenças e as similaridades da comédia e do drama, um terceiro apresenta um cenário inicial e a partir de então cada um desenvolve esse cenário por um viés diferente.
O destaque do elenco é a atriz Radha Mitchell, que faz as duas Melindas. O casting da parte cômica funciona melhor, principalmente por Will Ferrell, que aqui fica encarregado de levar os traços mais caricatos de Woody Allen. Na parte dramática, Radha está igualmente maravilhosa, mesmo fazendo uma personagem com sérios problemas psiquiátricos.
Mas o forte mesmo do diretor é misturar tudo. Quando separa os dois gêneros, faz de Melinda e Melinda um filme de pouca notoriedade, que não apresenta nada de especial, a não ser a formula. Porém fica devendo em conteúdo, ainda mais quando se compara Woddy Allen com Woddy Allen.
Apesar disso, Melinda e Melinda tem seus méritos e sua simpatia própria. Seus 99 minutos não o fazem cansativo, pelo contrário, tudo acontece no tempo certo. Como é certo que todo ano tem filme do Woody Allen, é certo que vale a pena ver até os filmes ruins - se é que existem - do diretor. 
Classificação PoA Geral
- Obra
- Baita Filme
X Bom Filme
- Bem Bacana
- Legal
- Meia-boca
- Ruim
- Péssimo
- Inclassificável

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Filme de Segunda

Meia noite em Paris
Começamos com o gênero. Se engana aquele que pensa ser mais uma comédia romântica de Woody Allen. Não. Meia noite em Paris ultrapassa o romântico, torna-se poético. Estamos diante de uma comédia, sim, engraçada, bem-humorada, ácida como a maioria das comédias do cineasta americano. Mas esta é uma comédia poética! Não sei se existe, não sei se o Woody Allen, ou você, concorda. Mas foi o que eu senti assistindo ao filme: poesia.

Talvez não exista cidade tão cinematográfica quanto Paris. É de um charme irresistível, de uma beleza inconfundível. A consequência disso é a fotografia do filme, espetacular. Tanto nas tomadas filmadas durante o dia quanto naquelas filmadas à noite, sobretudo quando Allen recria Paris nos anos de 1920, repleta de boates, cabarés, e frequentada pela nata da intelectualidade europeia.

O Woody Allen da vez é Owen Wilson. Confesso não ser grande fã do trabalho de Owen Wilson, mas aqui está impecável. Desde o jeito de caminhar até o modo de falar, tudo lembra Woody Allen. E no elenco não  tem ninguém de espetacular, nenhum grande nome, mas todos trabalhando numa sincronia muito boa, que funciona bem e dá o espaço adequado para que brilhem o texto, a história e a cidade.
Não sei até que ponto vale a pena ou até que ponto é sacanagem contar a sinopse do filme. Afinal, qual o mistério da meia-noite da cidade Cidade Luz? Quem descobriu foi Gil Pendler (Owen Wilson), roteirista de sucesso em Hollywood, insatisfeito com a pobreza de seus textos, que sonha em terminar seu livro, ser um romancista reconhecido, morar em Paris e não precisar mais ganhar dinheiro com os enlatados que escreve para o cinema.
Diferente de Gil pensam sua sogra, seu sogro e sua noiva Inez (Rachel McAdams). Isso fica claro na viajem deste quarteto à capital francesa. Enquanto Gil sonha e vive uma nostalgia sem fim, Inez só pensa no roteiro turístico, compras e sair com um casal de amigos "pseudointelectuais" (segundo Gil/Woody Allen).
Em Meia Noite em Paris Woddy Allen diverte o público ao mesmo tempo que se diverte, viajando no tempo e promovendo conversas e encontros que com certeza ele daria tudo para ter tido. Dá para dar boas risadas, dá para viajar e babar muito por Paris, além da boa música, os bons diálogos, a poesia que é Paris à meia-noite, a poesia que são os filmes de Woody Allen. Sempre indispensável.


Classificação PoA Geral

- Obra
- Baita Filme
- Bom Filme
- Bem Bacana
- Legal
- Meia-boca
- Ruim
- Péssimo
- Inclassificável   

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Filme de Segunda

Tudo pode dar certo
Woody Allen faz um filme por ano. Tudo pode dar certo é de 2009, desde lá o cineasta americano já lançou os filmes de 2010 e 2011, e lançou em 2008, e 09... Temos aí uma penca de filmes de Woody Allen para escolher e assistir. Escolham o Tudo pode dar certo, comédia absolutamente extraordinária.
Dessa vez quem "encarna" o Woody Allen é Larry David, que faz um velho hipocondríaco, cheio de manias, cheio de teorias, com uma sinceridade que beira o agressivo Larry David é um faz-tudo da área do humor, além de atuar também escreve. Foi o roteirista de uma das séries de maior sucesso da televisão, o Seinfeld. A dobradinha de Allen e David de muito certo.
O velho Boris (Larry) não é um personagem cativante, e ele deixa isso bem claro logo no início do filme, quando quebra a quarta parede imaginária e conversa com o público - o que faz durante o filme todo. É sempre muito bom quando Woody Allen usa desse recurso de conversar com o espectador. Em Tudo pode dar certo, Boris despeja toda sua "rabujentice" de forma sensacional.
Boris é um cara pessimista, mas que no fundo acha mesmo que tudo pode dar certo, aquela história de que as melancias vão se acertando com o andar da carruagem. A história inicia quando ele conhece Melody, interpretado pela bonitinha Evan Rachal Wood, que estrelou Across the universe. Melody é uma jovem caipira, burrinha e ingênua, que foge de casa e vai parar sem nada em NY, ela acaba topando com Boris e lhe pedindo ajuda e pouso por um ou dois dias.
Acaba que Melody se apaixona pelo velho, que dá patada atrás de patada nela, sempre ensinando alguma coisa ou explicando alguma de suas teorias. As situações são muito divertidas. A pobre Melody não se incomoda e ouve tudo muito atenta. Eles ficam por anos casados, até que um dia o pai e mãe da jovem aparecem na porta do apartamento em que vive com Boris a sua procura. A partir daí a coisa fica mais insana, mas tudo muito crível, tudo muito humano, com todo aquele drama que o Woody Allen sabe por nos seus textos.
A comédia romântica que tinha só um casal principal acaba tendo vários, inclusive um triângulo amoroso. Em certo momento Boris olha pra câmera e diz que não é um filme feito para as pessoas se sentirem bem. de fato, se apenas levarmos em conta os resmungos do personagem de Larry David, dá um ruim. Mas o que acontece com todo elenco até o final de Tudo pode dar certo é tão legal, tão bonito, que dá pra se sentir muito bem e querer dar o play de novo logo que o filme acaba.


Classificação PoA Geral
- Obra
X Baita Filme
- Bom Filme
- Bem Bacana
- Legal
- Meia-boca
- Ruim
- Péssimo
- Inclassificável

quarta-feira, 10 de março de 2010

6° Festival de Verão do RS de Cinema Internacioal

Começa nessa Quinta-Feira, 11, a sexta edição de um dos maiores e mais ecléticos festivais de cinema do país. Promovido pela Panda Filmes, a abertura acontece às 21h, no vão central da Casa de Cultura Mário Quintana, em sessão gratuita do filme "Viajo porque preciso, volto porque te amo", de Marcelo Gomes e Karin Aïnous.

De 11 a 18 de março, além de Porto Alegre, mais 8 cidades do interior receberão o Festival de Verão. Durante toda a amostra cinematográfica, também ocorrerão workshops e aulas magmas, todos com entrada gratuita, basta se inscrever na central de informações. Em Porto Alegre, a central de informações fica na Casa de Cultura Mário Quintama, Andradas 736, sala Paulo Amorin. Dia 12, Fernando Molnar ministra "Novo Cinema Argentino", no Auditório da Famecus da PUC. E, no dia 16, no Santander Cultural, Sérgio Bianchi ministra "Panorama do Cinema nacional".

Programação Completa para Porto Alegre.

Mais informações no FestivalVeraoRS.com.br

Alguns destaques:
Tudo Pode Dar Certo, de Woody Allen

A Todo Volume, de Davis Guggenheim

Sem Fio, de Tiaraju Aronovich

O Amor Segundo B. Schianberg, de Beto Brant