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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Você viu? #111

Hoje farei uma inversão de postagens. Ao invés do habitual Filme de Segunda, neste dia posterior às eleições darei uma de revista Veja e anteciparei o Você Viu? em um dia. Amanhã, portanto, volto a falar sobre cinema. Por agora, indico algumas leituras repercutindo o pleito de domingo.

Sartori diz que ninguém está autorizado a divulgar nomes de secretários
Sul 21, 27 de outubro

Imprensa europeia repercute vitória de Dilma Rousseff
Agência Brasil, 27 de outubro

Dilma e sua coligação está movendo 7 ações na justiça contra a revista Veja
Sul 21, 27 de outubro

Não esqueçam o que eles escreveram
Observatório da Imprensa, 27 de outubro

A pressão por uma guinada de Dilma à esquerda começa agora
Blog do Sakamoto, 27 de outubro

91,8% dos brasileiros em Miami votaram em Aécio Neves
Revista Fórum, 27 de outubro

Primeiro pronunciamento da Presidente reeleita Dilma Rousseff




Primeiro pronunciamento do Governador do RS eleito José Ivo Sartori




A Dilma Rousseff que eu conheci pessoalmente
El País, 26 de outubro

Aécio: “a maior prioridade deve ser unir o Brasil em torno de um projeto honrado”
Carta Capital, 26 de outubro

PMDB é o maior vencedor nos estados
Carta Capital, 26 de outubro

Por que a Minas de Aécio deu a vitória a Dilma
Diário do Centro do Mundo, 26 de outubro

Indignado, Coronel Telhada fala em separar SP do País
Portal Terra, 26 de outubro

Nordestinos sofrem preconceito na internet após vitória de Dilma
Uol, 26 de outubro


AQUI, galeria dos fotógrafos Bernardo Jardim Ribeiro e Ramiro Furquim, do Sul 21.
Bernardo Jardim Ribeiro / Sul 21

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ditador Castelo Branco segue dando nome de rua em Porto Alegre

Foi votado nesta quarta-feira o Projeto de Lei proposto pelos vereadores do PSOL, Pedro Ruas e Fernanda Melchionna, que pretendia mudar o nome da Avenida Castelo Branco para Avenida da Legalidade. A via é a principal entrada de Porto Alegre. Em três horas de sessão, 33 parlamentares presentes, 12 votos a favor da mudança, 16 votos contra e cinco abstenções.
Castelo Branco foi comandante do golpe militar em 1964, e autor dos Atos Institucionais 1 e 2. Muito diferente disso, o Movimento da Legalidade, liderado por Leonel Brizola em 61, lutou em defesa da constituição e contra um golpe militar ainda naquele ano.
Veja os nomes dos vereadores que não aprovaram esta mudança justa, justificável e saudável para Porto Alegre:

Pela manutenção do nome “Avenida Castelo Branco”

Reginaldo Pujol (DEM)
Dr. Raul Torelly (PMDB)
Haroldo de Souza (PMDB)
Professor Garcia (PMDB)
Sebastião Melo (PMDB)
Beto Moesch (PP)
João Antônio Dib (PP)
João Carlos Nedel (PP)
Paulinho Rubem Berta (PPS)
Waldir Canal (PRB)
Nelcir Tessaro (PSD)
Tarciso Flecha Negra (PSD)
Luiz Braz (PSDB)
Mario Manfro (PSDB)
Elói Guimarães (PTB)
Nilo Santos (PTB)

Pela mudança para “Avenida da Legalidade”

Luciano Marcantônio (PDT)
Toni Proença (PPL)
Airto Ferronato (PSB)
Pedro Ruas (PSOL)
Fernanda Melchionna (PSOL)
Adeli Sell (PT)
Aldacir Oliboni (PT)
Engenheiro Comassetto (PT)
Maria Celeste (PT)
Mauro Pinheiro (PT)
Sofia Cavedon (PT)
DJ Cassiá (PTB)

Abstenções

Mário Fraga (PDT)
Idenir Cecchim (PMDB)
Elias Vidal (PPS)
Carlos Todeschini (PT)
Alceu Brasinha (PTB)

Ausentes

Dr. Thiago Duarte (PDT)
Mauro Zacher (PDT)
Bernardino Vendruscolo (PSD)

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Gangue da Matriz

Terça-feira, 21 de Dezembro, os deputados gaúchos votaram na Assembléia Legislativa do RS o aumento de seus próprios salários para o ano de 2011. A proposta foi algo em torno de 73% de aumento, o salário pulou de R$ 11.564,76 para RS 20.024,34. Foram 36 votos a favor e 11 contra. Para Luiz Fernando Záchia (PMDB) “todas as carreiras merecem ganhar bem, inclusive os deputados”.
A bancada do PT, que votou contra o aumento, junto com Cassiá (PTB), propôs que o reajuste fosse baseado no salário mínimo dos últimos quatro anos. Com a emenda do PT, o salário passaria para R$ 15.521,06. A proposta sequer foi votada. “Queremos estabelecer o valor (dos salários) a partir de dados que servem tanto para nós quanto para qualquer categoria”, manifestou o deputado Raul Pont (PT) na tribuna.

Quem votou a favor do aumento:
Alberto Oliveira (PMDB)
Alceu Moreira (PMDB)
Alexandre Postal (PMDB)
Edson Brum (PMDB)
Gilberto Capoani (PMDB)
Luiz Fernando Záchia (PMDB)
Mário Biolchi (PMDB)
Marco Alba (PMDB)
Nelson Härter (PMDB)
Adolfo Brito (PP)
Fransisco Appio (PP)
Frederico Antunes (PP)
João Fischer (PP)
Pedro Wstphalen (PP)
Silvana Covatti (PP)
Adilson Troca (PSDB)
Paulo Brum (PSDB)
Pedro Pereira (PSDB)
Zilá Breitenbach (PSDB)
Adroaldo Loureiro (PDT)
Ciro Simoni (PDT)
Gerson Burmann (PDT)
Gilmar Sossella (PDT)
Kalil Sehbe (PDT)
Abílio dos Santos (PDT)
Aloísio Classmann (PDT)
João Scopel (PDT)
Berfran Rosado (PPS)
Luciano Azevedo (PPS)
Paulo Odone (PPS)
Carlos Gomes (PRB)
Francisco Pinho (DEM)
Paulo Borges (DEM)
Heitor Schuch (PSB)
Miki Breier (PSB)

Quem votou contra:
Adão Villaverde (PT)
Daniel Bordignon (PT)
Dionilso Marcon (PT)
Elvino Bhn Gass (PT)
Fabio Ferreira (PT)
Ivar Pavan (PT)
Marisa Formolo (PT)
Raul Pont (RS)
Ronaldo Zülke (PT)
Stela Farias (PT)
Cassiá (PTB)

terça-feira, 1 de junho de 2010

Mais de dez anos depois, Ford vai ter que indenizar o RS

"A inversão de prioridades era evidente desde o início das negociações, ainda no governo Antônio Britto (àquela época ainda no PMDB), com grandes montadoras de veículos para que se instalassem no Rio Grande do Sul. Era o auge do neoliberalismo, Fernando Henrique era presidente e Britto seguia a linha de sua política.


(...)


Era assim que eles falavam. O PT estava mandando para a Bahia, onde a empresa foi bem recebida, diversos empregos, desenvolvimento, o crescimento do estado. Parecia que sem ela haveria estagnação, nada mais poderia acontecer de bom.

Mas não, aquilo parecia o fim dos tempos. A crise de 2008, dez anos depois, prova que o governo Olívio tinha razão. Que a saída não é incentivar grandes empresas multinacionais, que solapam as pequenas, o tal do capitalismo selvagem. Que a saída está na solidariedade, no incentivo aos pequenos, o que possibilita o acesso a bens e serviços, a uma vida digna, a uma parcela mais ampla da população.

E agora a Justiça, uma ferramenta incontestável para aqueles que antes criticavam a ida da Ford para a Bahia, comprova que foi a própria Ford a responsável pela rescisão do contrato, assinado com o governo do RS em março de 1998, ao decidir mudar-se para a Bahia.
Mais informações no Sul 21, que teve acesso ao documento judicial e a quem parabenizo pelo trabalho de investigação e pelo furo jornalístico."

Texto do blog Somos Andando, da jornalista Cris Rodrigues. Leia na íntegra AQUI.