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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Você viu? #14

Comunicação: Ancine debate regulação de TVs pagas
Blog do Miro, 13 de Fevereiro

Comunicação: Capriles e a grande mídia internacional (incluindo os jornalões brasileiros) contra Hugo Chávez
Jornalismo B, 13 de Fevereiro

Racismo/Futebol: Bandeira Branca de Evra
Blog do Mauro Beting, 13 de Fevereiro

Blog Volume, 09 de Fevereiro

Somos Andando, 09 de Fevereiro

RS URGENTE, 07 de Fevereiro

Na série de entrevistas da TV Sul21 com os pré-candidatos à Prefeitura de Porto Alegre, quem fala é Paulo Borges, deputado estadual pelo DEM.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Filme de Segunda

Meia noite em Paris
Começamos com o gênero. Se engana aquele que pensa ser mais uma comédia romântica de Woody Allen. Não. Meia noite em Paris ultrapassa o romântico, torna-se poético. Estamos diante de uma comédia, sim, engraçada, bem-humorada, ácida como a maioria das comédias do cineasta americano. Mas esta é uma comédia poética! Não sei se existe, não sei se o Woody Allen, ou você, concorda. Mas foi o que eu senti assistindo ao filme: poesia.

Talvez não exista cidade tão cinematográfica quanto Paris. É de um charme irresistível, de uma beleza inconfundível. A consequência disso é a fotografia do filme, espetacular. Tanto nas tomadas filmadas durante o dia quanto naquelas filmadas à noite, sobretudo quando Allen recria Paris nos anos de 1920, repleta de boates, cabarés, e frequentada pela nata da intelectualidade europeia.

O Woody Allen da vez é Owen Wilson. Confesso não ser grande fã do trabalho de Owen Wilson, mas aqui está impecável. Desde o jeito de caminhar até o modo de falar, tudo lembra Woody Allen. E no elenco não  tem ninguém de espetacular, nenhum grande nome, mas todos trabalhando numa sincronia muito boa, que funciona bem e dá o espaço adequado para que brilhem o texto, a história e a cidade.
Não sei até que ponto vale a pena ou até que ponto é sacanagem contar a sinopse do filme. Afinal, qual o mistério da meia-noite da cidade Cidade Luz? Quem descobriu foi Gil Pendler (Owen Wilson), roteirista de sucesso em Hollywood, insatisfeito com a pobreza de seus textos, que sonha em terminar seu livro, ser um romancista reconhecido, morar em Paris e não precisar mais ganhar dinheiro com os enlatados que escreve para o cinema.
Diferente de Gil pensam sua sogra, seu sogro e sua noiva Inez (Rachel McAdams). Isso fica claro na viajem deste quarteto à capital francesa. Enquanto Gil sonha e vive uma nostalgia sem fim, Inez só pensa no roteiro turístico, compras e sair com um casal de amigos "pseudointelectuais" (segundo Gil/Woody Allen).
Em Meia Noite em Paris Woddy Allen diverte o público ao mesmo tempo que se diverte, viajando no tempo e promovendo conversas e encontros que com certeza ele daria tudo para ter tido. Dá para dar boas risadas, dá para viajar e babar muito por Paris, além da boa música, os bons diálogos, a poesia que é Paris à meia-noite, a poesia que são os filmes de Woody Allen. Sempre indispensável.


Classificação PoA Geral

- Obra
- Baita Filme
- Bom Filme
- Bem Bacana
- Legal
- Meia-boca
- Ruim
- Péssimo
- Inclassificável   

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Made In Porto Alegre

O Nenhum de Nós vai à China, e não é a passeio. Dia 5 de junho a banda se apresenta na Expo Xangai 2010, no dia especial dedicado à capital gaúcha. O Nenhum subirá ao palco em três horários diferentes. Para uma banda que já tem seus 23 anos de história e de estrada, mais de 1,5 shows no currículo, a tour pela China será um momento marcante, e importante até por ser o reconhecimento de um trabalho de extrema competência dentro do cenário do pop e do rock brasileiro.

O mestre Wander Wildner é outro que faz as malas, prepara a bomba, a cuia e a erva para mais uma viajem à Europa. Wander passa o fim de maio tocando no velho continente. Antes, se despede de Porto Alegre tocando dia 17 no Ocidente, com um bandão de primeira: Jimi Joe e Flu nas guitarras; Milton Sting no baixo; Arthur de Faria com sua gaita; e Biba Meira junto com Zé Docinho, se alternam na bateria.