Mostrando postagens com marcador chespirito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador chespirito. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Você Viu? #116

Saúde: Quatro pessoas que vivem com Aids contam suas histórias
Sul 21, 2 de dezembro

Sonegação: A história da funcionária da Receita que sumiu com o processo de sonegação da Globo
Diário do Centro do Mundo, 1° de dezembro

HQ: Uma história real sobre o tráfico de trabalhadores estrangeiros para a indústria high-tech dos Estados Unidos
Agência Pública, 1° de dezembro

Violência: Mãe acredita que filho de 13 anos foi morto pela PM por vingança
Ponte, 1° de dezembro

Política: Armando Monteiro é nomeado novo ministro do Desenvolvimento
Carta Capital, 1° de dezembro

Saúde: Brasil e Aids: o que mudou após três décadas do primeiro diagnóstico?
Brasil de Fato, 1° de dezembro

Renner: Fiscalização flagra trabalho análogo ao escravo na produção para a Renner
Blog do Sakamoto, 28 de novembro

Chespirito: SBT bate Globo e Record durante oito horas com maratona de Chaves
Notícias da TV, 29 de novembro












Chespirito: São Paulo recebe exposição em homenagem a Roberto Bolaños, o eterno Chaves
Hypness

Denúncia: Famílias com até dois mínimos arcam com 48,9% dos impostos
Vi o Mundo, 28 de novembro

Mídia: O que o termo “petrolão” diz sobre a imprensa
Carta Capital, 25 de novembro


sábado, 29 de novembro de 2014

Já se foi o disco voador

E gora, quem poderá nos defender?



Roberto Bolaños morreu aos 85 anos. Ele foi foi humorista, escritor, ator, produtor de cinema, televisão e teatro. Ele foi o Chaves, o Chapolin, era Chespirito do México, das Américas, do Brasil e do mundo - pois foi traduzido para 50 línguas. Na verdade, ele segue sendo. Hoje mesmo, pela manhã, o vi como "Chavo del Ocho", indo para Acapulco com a vizinhança.

Seus personagens fizeram parte da minha infância, adolescência e, sempre que posso, paro para assistir. O seriado Chaves, em especial, é de uma simplicidade que beira a genialidade. Desde à composição dos personagens, propositalmente caricatos, passando pela vila e toda a direção de arte, até o roteiro, de piadas que conseguem fazer rir público de todas as idades. O sucesso foi adquirido quase que sem querer (querendo).

O que mais chama atenção nas séries de Bolanõs, e mais uma vez destaco Chaves, é a linguagem teatral. De apresentar algo que primeiramente parece absurdo, mas que passamos a acreditar com facilidade. Chaves, Chiquinha, Quico e Nhonho, não passam de adultos vestidos de crianças de oito anos e isso, a quem assiste, passa despercebido.

Minha geração tem motivo (razão ou circunstância) para estar triste neste final de semana. Afinal, já se foi o disco voador. Ainda bem que, antes de ir, deixou tudo o que deixou.

Valeu, Chespirito!