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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Você viu? #14

Comunicação: Ancine debate regulação de TVs pagas
Blog do Miro, 13 de Fevereiro

Comunicação: Capriles e a grande mídia internacional (incluindo os jornalões brasileiros) contra Hugo Chávez
Jornalismo B, 13 de Fevereiro

Racismo/Futebol: Bandeira Branca de Evra
Blog do Mauro Beting, 13 de Fevereiro

Blog Volume, 09 de Fevereiro

Somos Andando, 09 de Fevereiro

RS URGENTE, 07 de Fevereiro

Na série de entrevistas da TV Sul21 com os pré-candidatos à Prefeitura de Porto Alegre, quem fala é Paulo Borges, deputado estadual pelo DEM.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Ditador Castelo Branco segue dando nome de rua em Porto Alegre

Foi votado nesta quarta-feira o Projeto de Lei proposto pelos vereadores do PSOL, Pedro Ruas e Fernanda Melchionna, que pretendia mudar o nome da Avenida Castelo Branco para Avenida da Legalidade. A via é a principal entrada de Porto Alegre. Em três horas de sessão, 33 parlamentares presentes, 12 votos a favor da mudança, 16 votos contra e cinco abstenções.
Castelo Branco foi comandante do golpe militar em 1964, e autor dos Atos Institucionais 1 e 2. Muito diferente disso, o Movimento da Legalidade, liderado por Leonel Brizola em 61, lutou em defesa da constituição e contra um golpe militar ainda naquele ano.
Veja os nomes dos vereadores que não aprovaram esta mudança justa, justificável e saudável para Porto Alegre:

Pela manutenção do nome “Avenida Castelo Branco”

Reginaldo Pujol (DEM)
Dr. Raul Torelly (PMDB)
Haroldo de Souza (PMDB)
Professor Garcia (PMDB)
Sebastião Melo (PMDB)
Beto Moesch (PP)
João Antônio Dib (PP)
João Carlos Nedel (PP)
Paulinho Rubem Berta (PPS)
Waldir Canal (PRB)
Nelcir Tessaro (PSD)
Tarciso Flecha Negra (PSD)
Luiz Braz (PSDB)
Mario Manfro (PSDB)
Elói Guimarães (PTB)
Nilo Santos (PTB)

Pela mudança para “Avenida da Legalidade”

Luciano Marcantônio (PDT)
Toni Proença (PPL)
Airto Ferronato (PSB)
Pedro Ruas (PSOL)
Fernanda Melchionna (PSOL)
Adeli Sell (PT)
Aldacir Oliboni (PT)
Engenheiro Comassetto (PT)
Maria Celeste (PT)
Mauro Pinheiro (PT)
Sofia Cavedon (PT)
DJ Cassiá (PTB)

Abstenções

Mário Fraga (PDT)
Idenir Cecchim (PMDB)
Elias Vidal (PPS)
Carlos Todeschini (PT)
Alceu Brasinha (PTB)

Ausentes

Dr. Thiago Duarte (PDT)
Mauro Zacher (PDT)
Bernardino Vendruscolo (PSD)

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Orgulho hétero é arrogância

Tramita pela Câmara Municipal de São Paulo o projeto de lei 294/2005, do vereador do DEM Carlos Apolinário, que institui no município o Dia do Orgulho Heterossexual, que seria comemorado sempre no terceiro domingo de cada mês. Esse projeto seria votado hoje (22), mas acabou ficando de lado e ainda aguarda nova data para entrar em pauta novamente.
Li algumas declarações do vereador Carlos Apolinário e não há doses de homofobia a la Bolsonaro. Longe disso. Mas, sem dúvida, há certa dose de ignorância e de arrogância. Pois, afinal, por quais direitos precisam lutar os heterossexuais?
Quando se critica a parada gay ou até mesmo o dia da consciência negra, não raro ouve-se um ou outro questionando sobre a não existência da parada hétero ou do dia da consciência branca. Algumas pessoas não tem a capacidade de fazer uma leitura da sociedade que as permita perceber que algumas classes tem mais dificuldades de se afirmar como cidadãos, de conquistar melhores posições e de serem aceitos como são. Muitas dessas dificuldade e necessidade de se auto-afirmar é fruto da arrogância do homem branco, heterossexual, de crença judaico-cristã, que ocupa as melhores posições dentro da nossa sociedade, inclusive no setor político, setor que é berço de todas as leis que regem o Estado e o modo de vida do seu cidadão.
Ou será que os heterossexuais querem conquistar o direito de não poder adotar uma criança? Ou o direito de não poder beijar em público sem ser vítima de olhares ameaçadores ou até mesmo agressões físicas? Querem o direito de serem escorraçados pela Igreja Católica ou atacados verbalmente como faz o Pastor Silas Malafaia?
Não. O dia do orgulho heterossexual seria apenas mais uma forma de arrogância, mas prevista em lei. Porque não teria nenhum valor social, de conquista de espaço nem de direitos. Existiria por existir, pela ignorância, pela necessidade de se dizer e se mostrar macho, como se isso fosse necessário, como se isso fosse tabu.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A República da Farinha – o momento dos grandes partidos políticos brasileiros

Por Alexandre Haubrich, jornalista, editor do blog Jornalismo B (http://twitter.com/jornalismob / http://twitter.com/alexhaubrich)
A atuação dos partidos políticos brasileiros hoje pode ser explicada através da farinha. Já tivemos o Ciclo do Açúcar, o Ciclo do Ouro, o Ciclo do Café. Tivemos até a versão político-institucional mais chique, mais cheia de fricotes, o café-com-leite, assim com hífen e tudo. Pois hoje vivemos o Ciclo da Farinha. De sacos diferentes, mas ainda assim farinha. 
Peguemos os mais encorpados partidos do país e vejamos se a farinha não é o elemento comum entre eles, se não é ela quem norteia os rumos da política nacional. A farinha, unida a doses variáveis de fermento, é a receita geral, ainda que um ou outro mestre-cuca da alta elite culinária prefira a farinha que passarinho não come
O PSDB segue a receita da vovó estrangeira, que vem e volta ao Brasil de acordo com suas conveniências, mas não gosta muito daqui. De qualquer forma, ela está sempre em contato, enviando sua mais nova receita aos filhinhos tucanos, nova receita que é sempre a mesma. Está caduca ou apenas quer fixar bem seus ingredientes na nossa cabeça? Bondosa. Fato é que o contato é sempre através de cartas, para que venha junto seu cheiro de enxofre, tão agradável ao olfato das aves de bico longo que habitam essas paragens. 
A receita do PSDB baseia-se, teoricamente, em fazer o bolo crescer para depois dividir. Mas, cozinheiros amadores que somos, sabemos que em qualquer casa que se preze quem está na cozinha acaba por decidir o quanto quer comer. Se muitos estão ajudando a fazer o bolo, muitos comem, irremediavelmente. Se poucos se fecham a sete chaves na cozinha, fazem um bolo enorme e comem tudo sozinhos. 
Mas não veja no PSDB ou em sua avó estrangeira muita criatividade. Com problemas para manter o peso, os tucanos pouco mais fizeram do que deixar mais light a receita usada pelo seu primo DEM, receita essa criada pela querida vovó deste último, a Dona Arena. Essa rigorosa senhora passou a tal receita para o seu filho, o PFL, que repassou para o DEM. Os passos são mais ou menos semelhantes aos da receita do PSDB, mas, para fazer o bolo como prefere o DEM, bata bastante. O bolo da Dona Arena  também tem um gosto um tanto adstringente: enrola a língua do vivente, dificulta a fala. E é preciso comê-lo com cuidado, sem estardalhaço e com um ritual determinado anteriormente pelo cozinheiro. Caso contrário o cidadão ficará chocado com o que pode acontecer. 
O PT, por sua vez, nunca teve muitas condições financeiras para comer bolo. Comia terra, mas comiam todos. Desde 2001, essa realidade mudou. O PT ascendeu à classe média, e ganhou até o direito a fazer seu próprio bolo. Fez, faz, e tem distribuído os pedaços para mais gente. Mas não deixa mais ninguém entrar na cozinha, e a receita, que pegou emprestada do PSDB, ganhou apenas um pouco mais de açúcar. 
E o PMDB? Bom, esse não sabe cozinhar, mas come o que vier. E pede para repetir.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Gangue da Matriz

Terça-feira, 21 de Dezembro, os deputados gaúchos votaram na Assembléia Legislativa do RS o aumento de seus próprios salários para o ano de 2011. A proposta foi algo em torno de 73% de aumento, o salário pulou de R$ 11.564,76 para RS 20.024,34. Foram 36 votos a favor e 11 contra. Para Luiz Fernando Záchia (PMDB) “todas as carreiras merecem ganhar bem, inclusive os deputados”.
A bancada do PT, que votou contra o aumento, junto com Cassiá (PTB), propôs que o reajuste fosse baseado no salário mínimo dos últimos quatro anos. Com a emenda do PT, o salário passaria para R$ 15.521,06. A proposta sequer foi votada. “Queremos estabelecer o valor (dos salários) a partir de dados que servem tanto para nós quanto para qualquer categoria”, manifestou o deputado Raul Pont (PT) na tribuna.

Quem votou a favor do aumento:
Alberto Oliveira (PMDB)
Alceu Moreira (PMDB)
Alexandre Postal (PMDB)
Edson Brum (PMDB)
Gilberto Capoani (PMDB)
Luiz Fernando Záchia (PMDB)
Mário Biolchi (PMDB)
Marco Alba (PMDB)
Nelson Härter (PMDB)
Adolfo Brito (PP)
Fransisco Appio (PP)
Frederico Antunes (PP)
João Fischer (PP)
Pedro Wstphalen (PP)
Silvana Covatti (PP)
Adilson Troca (PSDB)
Paulo Brum (PSDB)
Pedro Pereira (PSDB)
Zilá Breitenbach (PSDB)
Adroaldo Loureiro (PDT)
Ciro Simoni (PDT)
Gerson Burmann (PDT)
Gilmar Sossella (PDT)
Kalil Sehbe (PDT)
Abílio dos Santos (PDT)
Aloísio Classmann (PDT)
João Scopel (PDT)
Berfran Rosado (PPS)
Luciano Azevedo (PPS)
Paulo Odone (PPS)
Carlos Gomes (PRB)
Francisco Pinho (DEM)
Paulo Borges (DEM)
Heitor Schuch (PSB)
Miki Breier (PSB)

Quem votou contra:
Adão Villaverde (PT)
Daniel Bordignon (PT)
Dionilso Marcon (PT)
Elvino Bhn Gass (PT)
Fabio Ferreira (PT)
Ivar Pavan (PT)
Marisa Formolo (PT)
Raul Pont (RS)
Ronaldo Zülke (PT)
Stela Farias (PT)
Cassiá (PTB)

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Celebridades nas eleições 2010

Esse ano tem alguns nomes inacreditáveis concorrendo a cargos públicos, como o Kiko e o Leandro, do KLB. Sempre fica a dúvida da real intenção desses famosos, que ainda podem ser separados nas categorias artista, ex-atleta, ou celebridade instantânea. Querem realmente fazer pela sociedade, querem mais 15 minutos de fama ou garantir um bom salário no fim do mês? O pior é que esses questionamentos valem para a maioria dos políticos profissionais, senão todos.

É curioso perceber que geralmente as celebridades que se candidatam a um cargo público não impõem certo respeito, são folclóricos e não apresentam um histórico lá muito engajado. Por exemplo, não se vê um cara como o Chico Buarque, como o Marcelo Yuka, como o Sócrates, ex-jogador. São nomes, aos menos, que fogem a imagem do personagem folclórico ou de celebridades vazias.

A seguir, a lista dos candidatos à eleição 2010. Rio Grande do Sul ficou fora dessa.

  • Popó – pugilista; disputa vaga na Câmara pelo PRB-BA
  • Maguila – ex-pugilista; quer ser deputado federal pelo PTN-SP
  • Marcelinho Carioca – ex-jogador de futebol; concorre à Câmara pelo PSB-SP
  • Romário – ex-jogador de futebol; candidato a deputado federal pelo PSN-RJ
  • Vampeta – ex-jogador de futebol; disputa uma vaga na Câmara pelo PTB-SP
  • Leandro – cantor do KLB; concorre a deputado estadual pelo DEM-SP
  • Kiko – cantor do KLB; disputa uma vaga na Câmara pelo DEM-SP
  • Netinho – cantor de pagode/apresentador; concorre ao Senado pelo PCdoB-SP
  • Reginaldo Rossi – cantor; concorre à Assembléia de PE pelo PDT
  • Renner – cantor, dupla de Rick; candidato a senador pelo PP-GO
  • Sérgio Reis – cantor; disputa uma vaga na Câmara pelo PR-MG
  • Ronaldo Esper – estilista; concorre à Câmara pelo PTC-SP
  • Pedro Manso – humorista; disputa vaga na Assembléia do RJ pelo PRB
  • Dedé Santana – humorista; candidato a deputado estadual pelo PSC-PR
  • Tati Quebra-Barraco – cantora de funk; – concorre à Câmara pelo PTC-RJ
  • Tiririca – cantor; candidato a deputado federal pelo PR-SP
  • Mulher Melão – candidata à Assembléia do RJ pelo PHS
  • Mulher Pêra – concorre a deputada federal pelo PTN-SP