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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Você Viu? #79

Economia: Por que o Bolsa Família é importante
Carta Capital, 23 de setembro

Juventude: O primeiro acesso
Carta na Manga, 23 de setembro

Mídia: Terceiro mandato de Merkel é ditadura?
Jornalismo B, 23 de setembro

Síria: “Americanos e russos são dois lados da mesma moeda”, diz ativista síria
Jornal Sul21, 23 de setembro

Neruda: O 'Poema 15' de Pablo Neruda em 21 idiomas
BBC Brasil, 23 de setembro

            

            

            

            

            

            

       

            

        



Blog do Sakomoto, 20 de setembro

Petróleo: Organizações brasileiras entregam carta à Dilma pedindo suspensão do leilão do pré-sal
Brasil de Fato, 20 de setembro

Aborto: Clandestinas
Agência Pública, 17 de setembro



quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Os perigos de fazer jonalismo local no Brasil

Segundo levantamento da Federação Internacional dos Jornalistas divulgado no último dia 7, no ano passado 121 jornalistas foram assassinados em decorrência da profissão. O Brasil aparece como o quinto país onde morreram mais jornalistas. O número chega a seis. Todos trabalhavam em sites e veículos de repercussão regional.

É um dado preocupante. Mostra os perigos de mexer com gente graúda num âmbito local. Em muitas cidades pequenas, ainda persiste o coronelismo. Famílias que se portam como donos da cidade, se colocam acima da lei.

O agravante é a pouca repercussão desses casos. Ou alguém sabe quem são esses seis jornalistas mortos? Um certo provincianismo acaba sendo aliado desses delitos, que são graves e acabam indimidando um número inimaginável de profissionais.

O país mais perigoso de se trabalhar é a Síria. Em 2012, foram 35 mortes. Em segundo lugar a Somália, com 18. Logo em seguida, México e Paquistão. Com relação ao ano de 2011, o número de assassinatos aumentou 13%.