Argentina: Cristina Kirchner x El Clarín: A verdade
Mogli Veiga para o Jornal Sul21, 17 de dezembro
Metas do Milênio: Brasil reduz mortalidade infantil e atinge metas da ONU dois anos antes do prazo
Jornal Sul21, 17 de dezembro
Mensalão: STF decreta perda de mandato de deputados condenados do mensalão
Agência Brasil. 17 de dezembro
Piada: O humor deve ter limites ou vale tudo em nome da liberdade de expressão?
Blog do Sakomoto, 17 de dezembro
Documentário - O Riso dos Outros de Pedro Arantes
Mundial: Corinthians de Tite campeão mundial pode e deve ser o início de uma nova era tática do futebol brasileiro
Olho Tático, 16 de dezembro
Mídia: Estadão e Blog do Noblat distorcem fala de representante da ONU sobre regulação da mídia
Jornalismo B, 13 de dezembro
Usinas: OS TRABALHADORES QUE PARARAM O PROGRESSO
Agência Pública, 7 de dezembro
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Você Viu? #52
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
O adeus Colorado
Não se pode mensurar a tristeza de um colorado que vê seu time ser eliminado do Mundial de Clubes levando 2 a 0 do Mazembe, do Congo, ainda na semi-final, quando o adversário temido era quase que única e exclusivamente a Inter de Milão. O Inter, de Porto Alegre, teve a derrota mais significativa de sua história, que significou estancar, por tempo indeterminado, o sonho do segundo campeonato mundial, também ocasionando na primeira vez que um time africano chega à final de um Mundial e na primeira vez que um sul-americano fica fora dela.
Cada colorado sabe da dor e do desespero que foi ver Kabangu chutar sem maiores obstáculos, entre Bolivar e Índio, quase no ângulo esquerdo de Renan, aos 7min do segundo tempo e abrir o placar. Cada um sabe o quão surreal (e real!) foi assistir Kaluyituka pedalando pra cima do Guiñazu, entortando El Cholo para assim ajeitar a bola pro seu pé direito e acertar o canto de Renan, um gol que o mesmo Renan, há 3 anos, não tomaria, mas que ontem, até o Manga, em dia de Mazembe, aceitaria.
O Internacional não perdeu pelo salto alto de subestimar o time africano, o Colorado jogou sério, mas jogou pouco. Celso Roth que subestimou seu time, ao insistir no 4-2-3-1 que pouco deu certo com Sobis na esquerda e Matias de primeiro volante, preterindo ao 4-4-2 em losango, que deu certo contra o Prudente e que melhor encaixa os jogadores que Roth tem à sua disposição. Apesar disso, Sobis ainda jogou por ele e pelo Alcssandro. O centroavante colorado foi figura ilustrativa em campo.
O futebol ainda surpreende, ainda mais quando o regulamento permite zebras e o melhor time não se porta como o melhor. O 4-1-4-1 do Mazembe esteve correto a partida inteira, pouco variou. O time africano não marcou tão bem quanto precisaria na teoria, o Inter que, na prática, não soube ser efetivo. Carência vista no BR-10, que preocupava Celso Roth e foi o viés da derrota histórica do Inter. Quem dera, ao Colorado, ser tão efetivo quanto o goleirão Kidiaba, de estilo folclórico, chamativo, mas de defesas fundamentais.
Faltou ao Inter jogar tudo o que não joga desde que venceu a Libertadores. Faltou D'Alessandro ser o 10, faltou Kléber ser o lateral de cruzamentos e lançamentos cirúrgicos. Faltou a ousadia do treinador, que retirou Tinga, bem na partida, Sobis, participativo ao menos, e Alecssandro, para a entrada de Giuliano, Oscar e Damião. Os dois volantes ficaram, o esquema permaneceu o mesmo.
Nem tudo é culpa de Celso Roth. Jogadores tem seu parcela de culpa, diretoria tem sua grande parcela de culpa também. O Mazembe tem lá sua culpa e seus méritos, sua alegria, sua simpatia e o orgulho de quem, no mesmo ano que viu a primeira Copa do Mundo no seu continente, consegue a façanha de ser o primeiro time africano a chegar à final do Mundial de Clubes.
Cada colorado sabe da dor e do desespero que foi ver Kabangu chutar sem maiores obstáculos, entre Bolivar e Índio, quase no ângulo esquerdo de Renan, aos 7min do segundo tempo e abrir o placar. Cada um sabe o quão surreal (e real!) foi assistir Kaluyituka pedalando pra cima do Guiñazu, entortando El Cholo para assim ajeitar a bola pro seu pé direito e acertar o canto de Renan, um gol que o mesmo Renan, há 3 anos, não tomaria, mas que ontem, até o Manga, em dia de Mazembe, aceitaria.
O Internacional não perdeu pelo salto alto de subestimar o time africano, o Colorado jogou sério, mas jogou pouco. Celso Roth que subestimou seu time, ao insistir no 4-2-3-1 que pouco deu certo com Sobis na esquerda e Matias de primeiro volante, preterindo ao 4-4-2 em losango, que deu certo contra o Prudente e que melhor encaixa os jogadores que Roth tem à sua disposição. Apesar disso, Sobis ainda jogou por ele e pelo Alcssandro. O centroavante colorado foi figura ilustrativa em campo.
O futebol ainda surpreende, ainda mais quando o regulamento permite zebras e o melhor time não se porta como o melhor. O 4-1-4-1 do Mazembe esteve correto a partida inteira, pouco variou. O time africano não marcou tão bem quanto precisaria na teoria, o Inter que, na prática, não soube ser efetivo. Carência vista no BR-10, que preocupava Celso Roth e foi o viés da derrota histórica do Inter. Quem dera, ao Colorado, ser tão efetivo quanto o goleirão Kidiaba, de estilo folclórico, chamativo, mas de defesas fundamentais.
Faltou ao Inter jogar tudo o que não joga desde que venceu a Libertadores. Faltou D'Alessandro ser o 10, faltou Kléber ser o lateral de cruzamentos e lançamentos cirúrgicos. Faltou a ousadia do treinador, que retirou Tinga, bem na partida, Sobis, participativo ao menos, e Alecssandro, para a entrada de Giuliano, Oscar e Damião. Os dois volantes ficaram, o esquema permaneceu o mesmo.
Nem tudo é culpa de Celso Roth. Jogadores tem seu parcela de culpa, diretoria tem sua grande parcela de culpa também. O Mazembe tem lá sua culpa e seus méritos, sua alegria, sua simpatia e o orgulho de quem, no mesmo ano que viu a primeira Copa do Mundo no seu continente, consegue a façanha de ser o primeiro time africano a chegar à final do Mundial de Clubes.
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