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terça-feira, 21 de maio de 2013

Você Viu? #68

Meio Ambiente: Ativistas realizam marcha contra corte de árvores em Porto Alegre
Jornal Sul21, 20 de maio
Ramiro Furquim/Sul21

















Transporte: PSOL: nota da ATP “é uma ameaça à população e ao Judiciário”
Jornal Sul21, 20 de maio

Mídia: Os portugueses deveriam rir ao ser chamados de “estúpidos” pelo CQC?
Diário do Centro do Mundo, 20 de maio


Política: Dilma diz que boato sobre Bolsa Família é desumano e criminoso
Vi o Mundo, 20 de maio

Censura: PF apreende equipamentos de repórter no Mato Grosso do Sul
Blog do Sakomoto, 19 de maio

Uruguai: Mujica rejeita título de “presidente mais pobre do mundo”
Diário do Centro do Mundo, 18 de maio

Ditaduras: RÍOS MONTT, O GENOCIDA
Agência Pública, 16 de maio


E a série "Não há o que não haja", nos brinda com uma bela campanha contra o comunismo no Brasil.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Com sinceridade, sobre Belo Monte

Sou da opinião que jornalista tem que ter opinião (me permitam a redundância), tem de se posicionar sobre qualquer questão. Em alguns casos, até um "em cima do muro" bem sustentado já é válido. A famigerada isenção jornalística é quase sempre uma falácia.
É por isso que este texto é escrito com certo constrangimento. Um constrangimento que, tenho certeza, não carrego sozinho. Bem provável que boa parte da população brasileira divida do mesmo problema.
Na condição de comunicador, e na função principal de comunicar que tem o PoA Geral, queria eu vir aqui e escrever um supertexto, argumentando contra ou a favor da Usina hidrelétrica de Belo Monte. Não é o caso. Pois não me sinto a pessoa mais preparada do mundo para usar de argumentos técnicos consideráveis para defender um lado. Mas não me custa nada - e me sinto no direito de o fazer - passar adiante opiniões que acho válidas e fundamentais
Defendo o lado do Brasil, nesse caso específico, é o que me parece mais justo. E prefiro ficar do lado dos estudantes de engenharia da Unicamp, do site Tempestade em copo d'água. E lá de cima do muro, quando olho de um lado o punhado de atores globais fazendo propaganda contra a usina, sem saber a que custo nem sob qual intenção, acho melhor começar a descer para o outro lado - sem descartar a ideia de mudar de ideia.
O que eu quero, e que o país precisa, é ter energia suficiente para se manter funcionando daqui a 10 anos. Se isto tem um custo ambiental e social, só nos resta minimizá-los ao máximo, para que não paguemos um preço maior quando já não suportarmos o tamanho da demanda por energia no Brasil. 
Entretanto, não se pode fazer vistas grossas sobre esse custo social e ambiental. O processo de realocação da população local, a preservação de espécimes e biomas, tudo tem de ser severamente fiscalizado. O Estado tem o dever de minimizar os possíveis danos da forma menos traumática possível.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011