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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Chegamos aos créditos do Cabine Celular

Então foi na semana passada que o vídeo de mesmo nome que o título desta postagem foi pro ar no site/canal Cabine Celular. Maurício Saldanha anunciava que depois de três anos e 500 filmes comentados, o Cabine Celular como se conhecia até então deixaria de ser produzido. O vídeo de número 500, o derradeiro, foi postado dias depois, no Domingo. Falava sobre o filme Amanhecer - Parte 1, e encerrava com uma despedida, mas não do Maurício, e sim dos fãs do canal, que enviaram seus vídeos desde o anúncio do desagradável fim.
E para você que está lendo que terminou, mas não sabia nem que um dia tinha começado, explico.
O Cabine Celular é uma ideia sensacional de um cinéfilo com dotes de crítico de cinema e pinta de comunicador de rádio FM. Esse cara peculiar resolve entrar numa sala de cinema e gravar do seu  celular um comentário com as imediatas impressões que teve do filme, ainda dentro da sala de cinema.
Claro que o processo de criação e maturação da ideia, e muito menos a descrição do cara, não são duas coisas tão simples assim. Mas o que é fácil de constatar é a originalidade da ideia. Tornei-me um espectador assíduo do Cabine Celular desde quando fui apresentado ao site, no começo de 2010.
Mauricio alega que o principal fator que pesa na decisão de parar com o Cabine Celular é o retorno financeiro.   No vídeo em que ele anuncia que vai encerrar o Cabine, ele também explica como é complicado produzir os vídeos no formato original da ideia, como toma tempo, como requer dedicação.
Deu azar? Talvez. Pois muita gente nos últimos anos se deu bem depois de uma boa ideia na internet. Ou quem sabe ele não tivesse a perícia de transformar o sucesso do Cabine em renda para bancar o próprio Cabine. Isto ele até admite no vídeo. De qualquer forma, não irei entrar no mérito.
O Maurício Saldanha diz que volta com outra coisa. Com um formato menos complicado. Ou com alguma coisa que se banque. Talvez, quem sabe, até com o próprio Cabine Celular junto a  um patrocinador bacana!
Faço parte do grupo daqueles que estão no aguardo. Os vídeos do Cabine Celular mudaram minha forma de ver cinema. Influenciaram meus textos sobre filmes e foram os responsáveis pela segunda-feira dedicada ao cinema aqui no blog.
Se tem uma coisa legal nisso tudo, é que os 500 vídeos continuam lá e dá para serem vistos quando quisermos.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Você viu? #4

Seleção de links da última semana. Todas as terças-feiras, aqui no PoA Geral.
Crianças são libertadas da escravidão no tomate em SP - Blog do Sakomoto, 11 de Novembro.

Maurício Saldanha anuncia que Cabine Celular "chega aos créditos", 14 de Novembro.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Fantaspoa 2011

De 01 a 17 de Julho, Sétimo Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre. Na América Látina, o festival mais forte do gênero. Serão 150 filmes de 35 países, 4 estreias mundiais, 55 latino-americanas, 14 nacionais e 25 convidados para debates. As exibições acontecem no Cine Bancários, no Santander Cultural e na Casa de Cultura Mário Quintana. Ingressos a R$ 5,00.


Teaser:

Entrevista com um dos cabeças do evento, João Pedro Fleck, no Cabine Celular:

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Gostei, mas não é bom

Sábado, dia 12, dia dos namorados. Cinema. Fui com a patroa assistir ao remake de A hora do pesadelo. Estava com a maior das boas vontades com o filme, pois o gênero não é do meu agrado e geralmente acho os filmes horrendos - e não por sentir medo.

Vi alguns Freddy-Kruegers, mas não sei quais foram, só sei que foram há muito tempo. No tempo que eu ainda assistia filme no SBT. Portanto, não lembro de ter assistido o primeiro A hora do pesadelo, de 84. Muita gente que viu, e gosta, diz ser um clássico, um bom filme, de um grande vilão. Não sou desses.

Mas o fato é que minha boa vontade com essa refilmagem foi tão grande que o filme me agradou. Nas telonas funcionou, me entreteu, foi divertido. Por outro lado (da poltrona ao lado), a Daniela - primeira dama desse blog (não que haja segundas, terceiras etc.) - não esperou nem começar os créditos para dizer que não gostou e babar de elogios ao filme de 1984. Ela gosta de filmes de terror, tem embasamento.

Eu não gosto. Achei bom. Mas acredito que seja ruim.

A hora do pesadelo, opinião de quem (também) entende: