Mostrando postagens com marcador vitória. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vitória. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de outubro de 2010

Grêmio embalado vence mais uma

Aos 44 minutos do segundo tempo estava 1 a 0 para o Grêmio, e o Vitória atacava. Quando o cronômetro do arbitro Rodrigo Nunes de Sá fechou redondos 47 minutos, o Grêmio tinha quatro jogadores dentro da área do time baiano e marcava o terceiro gol, num tirambaço lindo e indefensável que saiu do pé direito do lateral Edilson que, desde a lesão de Saimon, aos 30min do segundo tempo, jogava improvisado como volante.

Da excelente campanha de Renato como treinador do Grêmio, não foi das melhores atuações, mas foi uma vitória das mais significativas e importantes. Da mesma forma como fora contra o São Paulo, na quarta, para enfrentar o Vitória na tarde quente de Salvador o treinador teve de escalar uma equipe descaracterizada. Enfrentando um Vitória quase completo e precisando vencer a todo custo, era de se duvidar que o Grêmio trouxesse os 3 pontos.

O Tricolor jogou num 4-2-3-1 que não funcionou muito bem na hora de atacar, apesar dos três gols. Na linha de três, apenas o lado esquerdo funcionou, com as boas contribuições de Lúcio, na meia, e Fábio Santos, vindo de trás. Maylson, na direita, fez o gol e mais nada o jogo inteiro, faltou ao Grêmio suas jogadas de flanco e penetrações em diagonal. Roberson, por dentro, está longe de ser Douglas. Também não fez boa partida. Na frente, um Jonas fominha e pouco inspirado que, se sabe, não sabe ser o 9.

Atrás o Grêmio funcionou bem, nem tanto por Fernando nem Ozea, discretos. Mas sim por Gabriel, o capitão da tarde, por Neuton, por Saimon, mesmo improvisado de volante, por Fábio Santos, que joga melhor longe do Olímpico e por Victor, sempre ele. O Grêmio resistiu bem aos assédios do time treinado por Ricardo Silva, um 4-4-2 com meio em losango, com Ramon centralizado e incomodando enquanto tem fôlego, com dois laterais chegando bastante, e dando espaços, e um centroavante que funciona melhor fora da área, Junior - o sósia do Dinei.

Renato mexeu bem no time num segundo tempo de pressão baiana, continuou com improvisações, porém mais agudo. Com Diego Clementino correndo pela direita, entrando na área e fazendo mais um gol de rebote, mais Wlillian Magrão e Edilson marcando e saindo pro jogo, o Grêmio teve a chega que não tivera no primeiro tempo e em grande parte do segundo. A ousadia do treinador gremista o premiou e ainda pegou o Vitória com as calças na mão.

O Grêmio, com 39 pontos, na 8° colocação, e a melhor campanha do returno agora encosta de vez no pelotão de cima e pede passagem.
    

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Dupla Grenal - O Retorno

Primeiro foi o Grêmio, contra o Vitória, no Olímpico. Um jogo frio, quase morno, de futebol congelado - mais por parte do Grêmio - e estádio esvaziado.O empate de 1 a 1 foi péssimo resultado para ambas as equipes, o Grêmio agora ocupa a 14º posição e o time baiano a 15°. E para os pouco mais de 8 mil torcedores no Olímpico, o desempenho Tricolor incomodou mais que o frio.

O 4-2-2-2 de Silas sem Douglas, sem Mário e sem Rochemback, mas com Hugo, Rafael Marques e Magrão, foi previsível, sem poder de criatividade nem poder de reação. O Vitória encaixou bem a marcação, tinha boa saída pela direita com o bom lateral Nino. O time baiano só precisou se defender bem e contra-atacar com certa qualidade, nada muito especial, para fazer 1 a 0 no primeiro tempo e assustar o Grêmio no segundo tempo.

Há trabalho a ser feito no Olímpico. Os jogos de preparação foram preocupantes, isso parece ter se confirmado frente ao Vitória. O Grêmio só conseguiu o empate no abafa, com chuveirinho na área para Borges e André Lima, com Jonas entrando na área como ponta-de-lança e Adilson sozinho na contenção de um Vitória que foi perigoso até o apito final.


Agora, tem o que comemorar o professor Celso Roth. Há de se fazer todas as ressalvas ao time do Guarani, que não está mal no campeonato e ocupa a 7° posição, mas não tem futebol para tanto. Roth aplicou o "esquema da moda", o 4-2-3-1. Mesmo no 0 a 0 do primeiro tempo o Colorado já foi melhor, ainda que o Guarani tenha se assanhado no final, pelo fato do Inter recuar a marcação e abusar de errar passes.

Giuliano na direita, D'Alessandro centralizado e Taison na esquerda, não conseguiram ser agudos no primeiro tempo. Os três meias pouco entraram na área do adversário e Alecssandro, por outro lado, muito saiu. O Inter teve a posse de bola, mas não agrediu.

No segundo tempo, com os mesmos jogadores, mas com posições invertidas, o Inter foi efetivo, tanto na hora de atacar quanto na hora de contra-atacar. Celso centralizou Giuliano, trocou Taison de lado e pôs o argentino camisa 10 na esquerda. Assim o Colorado fez 3 a 0 com facilidade. Ainda teve a entrada de Andrezinho fazendo a do Giu.