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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Inter perde no México

A derrota de 1 a 0 para o Jaguares, no Estádio Victor Manuel Reyna, em Tuxtla Gutiérrez, foi a primeira do Inter nessa Libertadores. Mesmo jogando bem próximo do ideal, no 4-2-3-1, com Bolivar e Índio na zaga, Kléber e Nei nas laterais, Bolatti e Guiñazu de volantes, Oscar, D'Alessandro e Zé Roberto de armadores e Damião de referência no ataque. Como ideal, considero o time com Rodrigo no lugar de Índio e Sobis na vaga de Zé Roberto, alterando o sistema para o 4-4-2.
Abaixo de muito calor, Jaguares e Inter fizeram um primeiro tempo chatíssimo, embora o colorado tenha levado senvível vantagem na posse de bola. Mas apresentou o velho problema de objetividade, de não conseguir converter em gols a sua vantagem no jogo. Com as mudanças do técnico do Jaguares logo no intervalo, os mexicanos equilibraram as ações de tal forma que logo abriram o placar, depois de falhas individuais de Nei e Índio.
Celso mudou a equipe, mudou o esquema, mas não era o dia do Inter. Com a derrota, a massa crítica da imprensa e da torcida voltou a pegar pesado com o treinador. Pedem a cabeça de Roth como noutros tempos se pedia a cabeça de uma bruxa. Acho exagerado, como também é exagero quando Roth peca pela "convicção" (teimosia). Mas na Libertadores, que é o que importa, o saldo é positivo e a coisa não é tão preta. No último jogo da roda, dentro do Beira-Rio, contra o Emelec, o Colorado garante a classificação com vitória ou empate. Ou seja, vai classificar. Ainda mais que Celso já sinalizou na entrevista após a derrota que vai providenciar mudanças.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Internacional 4x0 Jaguares

Até que fizeram boa partida de futebol o Colorado e a equipe mexicana. O ritmo baixou após os 30min do segundo tempo. Também pudera, o Inter já vencia por 3 a 0. Fez o quarto no apagar da luzes, aos 45. O gol de Oscar, um belo chute de fora da áera, foi o único com bola andando. Os dois gols de Bolatti, o volante galã e artlheiro, mais o gol de Damião, foram frutos de jogadas de bola parada.
Mesmo com um 4 a 0 e a liderança do grupo 6, não foi o jogo dos sonhos para o Colorado que foi ao Beira-Rio assistir ao time de Celso Roth, que não contou com o maestro D'Alessandro, de novo não teve Tinga e continua sem Sobis e Bolivar. O Internacional jogou num esquisito 4-4-2. Por que esquisito?
Porque era para ser um losango no meio, com Matias de cabeça de área, Bolatti mais à direita, Guinazu à esquerda e Zé Roberto como ponta de laça. Mas acontece que o Guina não foi nada, nem meia, nem volante. Dificultou bastante o rendimento do Inter, aliado à ausência de D'Alessandro e ao bom toque de bola do Jaguares, o Inter pouco teve o controle do jogo. Parece mentira minha, pois foi 4 a 0. QUATRO A ZERO!
Cavenaghi não fez grande partida, não foi bem quando saiu da área. Diferente de Damião, que repetiu outra boa performance e anotou mais um gol. Destaque mesmo foi a dupla de volantes, Matias e Bolatti seguraram as pontas no meio - o argentino ainda resolveu o jogo, marcando seu segundo e terceiro gol na competição.
Tivesse o Jaguares dois atacantes mais qualificados, seria mais difícil a vida do Internacional na partida. Os mexicanos jogaram num 3-5-2 ofensivo, com um volante plantado e outros dois meias apoiadores jogando ao lado de cada um dos alas. Destaque para o lado esquerdo do baixinho Rojas, que deu muito trabalho para Nei e Bollati.
Quatro a zero não tem como ser ruim, apesar do futebol do Colorado não ter sido dos mais vistosos, mas o Inter tem como ser melhor. Principalmente levando em conta quem ainda tem para entrar no time (ou para sair).