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terça-feira, 7 de outubro de 2014

terça-feira, 24 de abril de 2012

Você viu? #21

Jornalismo B, 23 de abril

Jornal Sul21, 23 de abril

Jornal Sul21, 23 de abril

Fala de Débora Duprat, vice-procuradora geral da república, durante o seminário "A Hidrelétrica de Belo Monte e a Questão Indígena".  Ocorrido em 07 de fevereiro de 2011 na Universidade de Brasília.

Correio do Povo, 23 de abril

Brasil de Fato, 23 de abril

RS Urgente, 21 de abril

Estratégia e Análise, 18 de abril

Pública, 18 de abril

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Com sinceridade, sobre Belo Monte

Sou da opinião que jornalista tem que ter opinião (me permitam a redundância), tem de se posicionar sobre qualquer questão. Em alguns casos, até um "em cima do muro" bem sustentado já é válido. A famigerada isenção jornalística é quase sempre uma falácia.
É por isso que este texto é escrito com certo constrangimento. Um constrangimento que, tenho certeza, não carrego sozinho. Bem provável que boa parte da população brasileira divida do mesmo problema.
Na condição de comunicador, e na função principal de comunicar que tem o PoA Geral, queria eu vir aqui e escrever um supertexto, argumentando contra ou a favor da Usina hidrelétrica de Belo Monte. Não é o caso. Pois não me sinto a pessoa mais preparada do mundo para usar de argumentos técnicos consideráveis para defender um lado. Mas não me custa nada - e me sinto no direito de o fazer - passar adiante opiniões que acho válidas e fundamentais
Defendo o lado do Brasil, nesse caso específico, é o que me parece mais justo. E prefiro ficar do lado dos estudantes de engenharia da Unicamp, do site Tempestade em copo d'água. E lá de cima do muro, quando olho de um lado o punhado de atores globais fazendo propaganda contra a usina, sem saber a que custo nem sob qual intenção, acho melhor começar a descer para o outro lado - sem descartar a ideia de mudar de ideia.
O que eu quero, e que o país precisa, é ter energia suficiente para se manter funcionando daqui a 10 anos. Se isto tem um custo ambiental e social, só nos resta minimizá-los ao máximo, para que não paguemos um preço maior quando já não suportarmos o tamanho da demanda por energia no Brasil. 
Entretanto, não se pode fazer vistas grossas sobre esse custo social e ambiental. O processo de realocação da população local, a preservação de espécimes e biomas, tudo tem de ser severamente fiscalizado. O Estado tem o dever de minimizar os possíveis danos da forma menos traumática possível.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Você viu? #5

Seleção de links da última semana. Todas as terças-feiras, aqui no PoA Geral.
Esporte na TV: o direito de ver - Blog do Miro, 21 de Novembro.

O músico Lobão sobre sua recusa em participar do festival Lollapalooza, 19 de Novembro.