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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Inter assimila favoritismo e vence mais um clássico

O Grêmio tem seus motivos para não priorizar o Gauchão e jogar com reservas, mesmo que seja um clássico Gre-Nal decisivo, valendo vaga para uma semi-final de turno. Do outro lado, o Inter não tem absolutamente nada com isso. Tem no momento, e todos sabemos disso, apenas o campeonato regional para se preocupar.

Porthus Junior/Agencia RBS
Assim como no clássico de Erechim, há algumas semanas, nada mais natural que uma vitória colorada. Se por um aspecto o Inter não enfrenta um Grêmio com força máxima e, porventura, não testa seu elenco numa partida mais forte, o time do técnico Dunga assimila de forma positiva a responsabilidade de entrar em campo como favorito. São dois Gre-Nais como franco favorito, e duas vitórias. Sem dúvida é uma qualidade que se destaca no Internacional desde início de 2013.

Luxa acertou com seu 3-5-2. Fez um primeiro tempo razoável, apesar de ir para o intervalo perdendo por 1 a 0. O técnico gremista optou pelos três zagueiros muito em função de Tony, que tem sérias dificuldades de defender. No meio, destaque para Matheus Biteco, que mesmo depois do pênalti sobre Forlán, conseguiu manter o bom nível durante o jogo. Contudo, faltou ao Grêmio força ofensiva.

O Inter por sua vez jogou da forma como todos esperavam, um 4-4-2 com uma formatação de meio-campo que lembrava, em muitos momentos, um losango. Isto porque Fred se posicionava mais à esquerda, recuado, na mesma linha de Josimar. Ygor fez boa partida pelo centro, em frente à área, enquanto D'Alessandro fechava o meio centralizado no setor ofensivo. Esse posicionamento acabou se desmanchando na segunda etapa, junto com a mudanças do Grêmio, o que fez do Inter um time mais perigoso em campo.

Luxemburgo errou quando abandonou o 3-5-2 e partiu para o tradicional 4-4-2. Assim o Grêmio teve Tony e Alex Telles recuando para a linha de defensores. Dessa forma, Gabriel e Fabrício tiveram mais campo para jogar, e cresceram no jogo junto com Inter. Apesar do Grêmio ter descontado na segunda etapa, o time de Dunga  dominou a partida de forma mais evidente, e poderia ter ampliado.

De forma justa, continua na competição aquele que está mais preocupado com o Gauchão. Vitória nada mais que natural do Inter.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Goleada do Grêmio B e classificação colorada

Guilherme Testa/Chute10
O Grêmio finalmente voltou a ter boas notícias com seu plantel B. A equipe treinada por Roger Machado fez uma bela partida. Está certo que foi contra o Santa Cruz, mas visto que até agora o Tricolor tinha quatro derrotas, e todas elas jogando com jogadores reservas ou emergentes, um 5 a 0 é um grande acontecimento.

Roger usou o 3-5-2 tal qual a sua função, quando surgiu, em meados dos anos 70 e 80 na Europa: tornar o time mais ofensivo. Se desfaz a linha de quatro defensores - ficam apenas três - e se ganha um homem no meio-de-campo. Ontem, esse homem foi Guilherme Biteco, a joia gremista que já fora vendido ao Hoffenhain da Alemanha, que jogou na ala-esquerda, ora puxando para o meio, ora entrando em diagonal. Guilherme foi o homem da bola parada, quase marcou por duas vezes em cobranças de falta, bateu o escanteio que resultou no gol de Werley e fez a jogada que pifou Bertoglio cara a cara com o goleiro, para que o argentino marcasse o primeiro de seus dois gols na partida.

O Grêmio amassou o Santa Cruz, e correu poucos riscos. O trio formado por Werley, Gérson na sobra e Grolli compondo pela esquerda, foi soberano frente aos atacantes do adversário. Pela direita, quem ditava o ritmo era Tony, outro ala de feições ofensiva. Assim, com bastante jogadas pelos flancos, o Grêmio conseguiu fazer bom uso do 3-5-2 e encaminhar a sua classificação para a fase de matas da Taça Piratini.

Caxias 0 x 2 Inter
Não assisti ao jogo. Assisti aos lances e aos gols, apenas. Mas não é difícil chegar a conclusão de que o jogo não deveria ter seguido, no primeiro tempo. Devido a chuva, ao estado do gramado, o futebol ficou impraticável. Caxias e Inter fizeram o que dava. E o que dava era dar balão e cabecear. Aí, ponto para o colorado, que teve Gabriel e Damião. 1 a 0 Inter.

No segundo tempo, com o campo menos prejudicado após ter cessado a chuva, arremates de de longa e média distância eram as principais armas. D'Alessandro soube aproveitar, marcou o segundo e selou a vitória e a classificação colorada para a outra fase da Taça Piratini.

Importante que essa classificação venha antecipada, ainda mais depois de uma partida tão desgastante quanto esta de ontem. Assim, para o próximo domingo, contra o Cruzeiro, jogo que fecha a fase de grupos da Taça Piratini para o Inter, Dunga pode escalar time reserva sem problema nenhum. Descanso merecido e mais uma chance a quem ainda busca vaga no grupo principal.