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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Você viu? #13

Blog Volume, 30 de Janeiro

Blog do Renato Martins, 30 de Janeiro

RS URGENTE, 28 de janeiro

Jornal Sul21, 27 de Janeiro

Somos Andando, 27 de Janeiro

Jornalismo B, 27 de Janeiro

O Cafezinho, 27 de Janeiro

Durante show em Sergipe, no sábado, que seria seu último show ao vivo, Rita Lee protesta contra atuação truculenta da polícia, enfrenta a PM e é detida por algumas horas. 

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Colorado carimba o passaporte

São Paulo 2 a 1 contra o Internacional, no Morumbi. Uma derrota valiosa. Uma classificação histórica. Épico é a palavra, mas ainda não sabemos se é apenas o jogo ou se é esse Colorado de 2010, que é forte e tem chances reais de ganhar a Libertadores, o BR-10 e o Mundial de Clubes. Mas só o passar dos anos pode dar a dimensão de certas coisas, certas vitórias, certas derrotas, certos momentos, como este que o Inter vive desde 2005.

O Inter tinha noção que o São Paulo não seria aquele time encolhido que fora no Beira-Rio, que perdera de 1 a 0 e poderia ter perdido de dois ou três. Ricardo Gomes escalou uma equipe equilibrada, consistente, com bastante poder ofensivo. O SP jogou com meio-campo em losango, com um Hernanes em grande noite defendendo e articulando pela direita, fazendo Jean ir à frente e ajudando o mesmo lateral a marcar por ali Taison no primeiro tempo e D'Alessandro no segundo tempo.

Roth não cometeu o mesmo erro de Ricardo Gomes, para jogar fora de casa manteve a mesma estrutura de time que venceu há uma semana no Beira-Rio, um 4-2-3-1, mas tomou precauções. A linha de quatro zagueiros quase não se desfez, Kléber não subiu e deixou Taison sem companhia. O mesmo se repetiu com Nei, do outro lado. E, ao invés de Andrezinho ou Giuliano no meio, um Tinga pouco mais recuado e muito mais combativo.

Num tipo de jogo que até a minha avó correria com fôlego de Guiñazu, pouco se entrou nas duas áreas.De intermediária a intermediária, o jogo era equilibrado até os 30mim do primeiro tempo. Falha grotesca de Renan e o gol que fez o Morumbi explodir de alegria e esperança. Acontece nas melhores famílias e com os melhores goleiros. Não aconteceu é o abatimento colorado, o São Paulo não conseguiu crescer no jogo e o Inter continuou jogando da mesma forma, equilibrado e com o regulamento debaixo do braço.

Aos 6 do segundo tempo, cobrança de falta de D'Alessandro, desvio sutil de Alecssandro e o gol mais importante de 2010 para o Inter até agora. O jogo abriu, ficou bom. O São Paulo foi pra cima e fez o segundo dois minutos depois.

Tinga expulso por infantilidade sua e preciosismo de Carlos Amarílla. O primeiro, não precisava ter parado na frente da cobrança de bola parada do Rogério Ceni. O juiz, esse não precisava ser tão rígido ao aplicar o segundo amarelo numa falta que não era tão grave.

Ares de dramaticidade. Clima tenso no Morumbi e jogaço de bola. A partir dos 35 da etapa final o Inter tinha um jogador a menos. O São Paulo tinha só Hernanes como "volante", à sua frente Marcelinho Paraíba, Marlos na direita e Fernandinho na esquerda. Dentro da área estavam Fernandão e Ricardo Oliveira, mas também estavam Bolivar e Índio, e um Renan seguro, mostrando que não se abalou com a falha. 

A vaga na final da Libertadores e no mundial de clubes ficou em bons pés, no de melhor futebol jogado em 180 minutos. De quem quis jogar os 180, e não apenas 90 como fez o São Paulo.