Transporte Público: Inspeções em planilhas do transporte público ocorrerão em outras cidades, diz presidente do TCE-RS
Jornal Sul21, 3 de fevereiro
Beijo Gay: Vida real: beijo gay gera reações agressivas e piadas nas ruas de SP
Portal IGAY, 3 de fevereiro
Música: O Mundo Massari
Revista Noize, 3 de fevereiro
Cinema Nacional: Documentário brasileiro é herdeiro de Eduardo Coutinho
Blog do Sakomoto, 3 de fevereiro
Receita Federal: Leão ruge altoe cobra Itaú em R$ 18 bilhões por fusão
Cinema: “Atuar é meu inferno particular”: Philip Seymour Hoffman, a intensidade e a heroína
Diário do Centro do Mundo, 2 de fevereiro
Futebol: Barcelona negou acordo para ter Neymar em 2012 depois de receber carta do grupo DIS
Blog do PVC, 31 de janeiro
Transporte Público 2: É greve, sim. Justa e legal
Antônio Escosteguy Castro, 30 de janeiro
Nova iluminação do Beira-Rio é testada
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Você Viu? #89
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
O valor de um depoimento
Assisti em aula, nessa terça-feira, um trecho do documentário Edifício Master, de Eduardo Coutinho. Dos poucos 20 minutos que pude assistir do filme, já me pareceu algo realmente grandioso. A ideia é simples - talvez a execução não seja tão simples quanto: entrevistar pessoas anônimas, de um determinado condomínio do Rio de Janeiro. Num edifício que tem por volta de 500 moradores, Coutinho conversou com 37.
Uma entrevista em especial me chamou atenção. E me surpreendeu para o bem. O depoimento de Alessandra é extraordinário, rico em dramas reais, inocência, inteligência, percepção de mundo. À época com 20 anos, as gravações são de 2002, Alessandra se considerava ainda uma adolescente, mesmo já sendo mãe desde os 14, mesmo não morando mais em sua terra natal, em Belo Horizonte, e mesmo negando ter tido uma infância considerada ideal.
Alessandra é autêntica, não tem medo de expor a sua verdade, tem noção de qual verdade é essa, como ela é encarada pela sociedade e ainda sabe como é errada e desumana a forma que a sociedade a julga. Tudo isso com um sorriso maravilhoso no rosto, que deve pertencer à criança que ela não pôde ser.
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